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O erro em fazer suposições

Suposições... Algo que todos nós fazemos em alguma altura do campeonato - seja na vida pessoal ou profissional.

Em um dia, quantas vezes “achamos” algo? Eu sei que no meu caso, pelo menos, ao responder essa pergunta honestamente, não impressionaria positivamente.

Já falei com você sobre a importância de conhecer seu público alvo e seu cliente ideal. Algo que só conseguimos através de pesquisas – e não através de supor isso ou aquilo.

Mas o fato é que pesquisar, é um hábito indispensável durante toda a vida útil de um negócio.

É possível ter sucesso com uma lista pequena?

Você precisa entrar em ação.

Eu já te falei isso – inúmeras vezes – e provavelmente você já escutou isso outros zilhões de vezes, das mais variadas pessoas possíveis.

Acredite, entrar em ação não é algo que fazemos uma única vez dentro do empreendedorismo digital, e é necessário uma auto-observação constante da sua conduta e objetivos, para não deixar seus negócios caírem em uma procrastinação inconsciente.

Um exemplo excelente disso é quando tratamos sobre lançamentos.

Conteúdo é mesmo rei?

Não. Conteúdo não é rei.

Até porque, um negócio digital está longe de ser algo que possa ser comparado a uma monarquia. Ter um negócio digital de sucesso requer muito mais do que dar atenção e foco em um ponto considerado importante – ou rei – e deixar os demais pontos ao acaso.

Um empreendimento sustentável começa a acontecer quando encontramos o equilíbrio em evidenciar, priorizar e executar tudo aquilo que é necessário, seja para o próprio negócio em si, seja para o público que atendemos.

É aceitavel usar manipulação nas vendas?

Começar um negócio próprio implica em, eventualmente, conhecer e se tornar apto a desempenhar uma porção de funções que você, talvez, nunca tenha se imaginado desempenhando.

E arrisco a dizer que, quando se trata de um negócio digital, a intensidade e a quantidade dessas funções que aparecem para desenvolvermos, se tornam ainda maiores.

Escritor, diretor, editor, programador, social media, contador, administrador, economista, consultor, vendedor, professor e diversos outros papéis, além é claro, do especialista naquilo que você realmente é, são apenas alguns dos papéis que aprendemos a gerir, especialmente, quando estamos começando.

Quais seus objetivos e metas para o próximo ano?

Você percebe que está se tornando um empreendedor de sucesso, quando não só se coloca em ação e os negócios caminham – mas também, quando as transformações, especialmente as positivas alcançam sua vida pessoal.

Isso mesmo!

(E que fique claro, que não estou falando exatamente de dinheiro ou enriquecimento, nesse momento. Claro que a parte financeira é importante e necessária, entretanto, como já falei em outras oportunidades, o dinheiro é uma consequência do sucesso, e não o próprio sucesso em si).

Quer um curso de sucesso? Siga um processo!

Ter seu próprio negócio, fazer os próprios horários, ter mais tempo para estar com a família e desenvolver outros tipos de atividades e interesses que normalmente não temos possibilidade quando somos subordinados a uma empresa ou instituição, são alguns dos motivos que levam as pessoas a empreender, especialmente digitalmente.

Mas nada disso acontece em um passe de mágica. Independente de suas motivações, incluindo o retorno financeiro que é muito importante, é preciso ter em mente a necessidade de agir com estratégia em todos os momentos desde a criação até a implementação de seu curso, para que você possa obter não só sucesso, mas um sucesso sustentável e escalável.

Não aceite NÃO como resposta!

O artigo de hoje não se trata de uma fórmula mágica ou de encorajamento para que você torture e persiga as pessoas até que elas lhe deem o que você quer ou precisa. Não!

Vou falar com você sobre a importância de não dizer NÃO a si próprio, perante as dificuldades e desafios de empreender seu próprio negócio – especialmente no mundo digital.

Graças a empreendedores “sensacionalistas” que vendem info-produtos baseados na chamada de que é possível fazer milhões saindo do zero, da noite para o dia, e que sua vida profissional e financeira pode se transformar em um piscar de olhos ao ‘simplesmente’ criar um negócio digital – surgiu uma maré de pessoas que começam a empreender e acabam desistindo, pois se deparam com diversos fatores não tão agradáveis, e que não são tão claramente divulgados nos belos contos do empreendedorismo digital.

Desmitificando lançamentos: Calculando ROI

Você precisa de dinheiro para fazer mais dinheiro. Nenhuma planta nasce sem semente, e da mesma forma riqueza não se constrói sem investimentos.

Como empreendedor é importante ter isso em mente, para não cair no conto de vários cursos ou info-produtos que existem por aí, dizendo que você vai construir um negócio milionário sem utilizar dinheiro algum (até porque, seja qual for o produto que eles te ofereçam, você vai precisar desembolsar alguma quantia para adquirir, e isso já é um investimento inicial, certo?!).

Lidar com o controle financeiro, com números e métricas é quase sempre a primeira coisa que delegamos em nosso negócio, seja a um contador ou outra pessoa especializada.

Você está falando "humanês" com sua audiência?

Você está falando a língua da sua audiência? Seus potenciais clientes já sabem exatamente como você ou seu produto pode ser útil, e até mesmo indispensável na vida deles? Você realmente conhece as pessoas que te seguem?

Essas são perguntas que devemos fazer para identificar se já estamos fluentes—ou ao menos trabalhando para isso—no principal idioma do empreendedorismo: o Humanês.

Ao contrário do Português, que é uma das várias línguas românicas originadas do Latim, o Humanês é uma língua de origem 100%... adivinhe, adivinhe... 

A morte dos info-produtos

Apesar de o empreendedorismo digital ser relativamente novo aqui no Brasil, ele já atingiu um número considerável de consumidores, que hoje estão cada vez mais educados a buscar uma coisa: transformação.

E o infoproduto, por si só, ainda que seja extremamente bem elaborado, não tem o poder de realizar transformações.

Ele apenas informa, diz que algo existe, conta como funciona, mas não faz o principal: estender a mão para o cliente e traze-lo para a ação.

Como se diferenciar de competidores que estão à sua frente

“Você não é todo mundo!”

Já ouviu sua mãe dizendo isso (incontáveis vezes)? Pois saiba que ela estava certinha!

E ‘não ser todo mundo’ é justamente um dos ingredientes que te destaca entre seus concorrentes, independente do seu nicho de atuação.

A resposta para a pergunta do título – como se diferenciar dos competidores que estão a sua frente – é justamente essa: Seja autêntico. Se beneficie da maravilha que é ser você mesmo!

Você quer sucesso instantâneo?

Mais uma semana se passou, e espero que você tenha progredido como planejou na construção de seu curso ou negócio online!

O que, a propósito, me leva ao título de hoje... Você quer sucesso instantâneo? E quem não quer, não é mesmo? Mas isso é ilusão!

Quando você chegou ao universo do empreendedorismo digital, é bem provável que tenha criado expectativas gigantes sobre ganhar rios de dinheiro juntamente com fama e sucesso em sua área, dentro de pouquíssimo tempo, não é mesmo?!

Você está empacado com mentalidade de vítima?

É comum sucumbir ao cansaço de tantas lutas diferentes da rotina e acabar por sentir pena de si mesmo, enxergar que todo o mundo avança, brilha ou tem sucesso, enquanto você pensa que não consegue nem dar um passo do tamanho da perna.

Veja bem, eu disse que é comum, mas está longe de ser normal, ou ainda, saudável.

Na verdade, uma das coisas que separam aquelas pessoas bem sucedidas, que você admira ou acompanha, das pessoas medianas, é justamente essa mentalidade de vítima, que você deve evitar a qualquer custo!

Quando menos é mais: Eliminando a sobrecarga dos seus alunos

Hora da confissão: Quando entrou no mundo digital pela primeira vez, ainda estava "verde" neste território e pensou em criar um curso on-line, você chegou a ficar desesperado ou com mil e uma ideias mirabolantes pensando em quantas trocentas horas de conteúdo precisaria criar para fazer algo pelo qual pudesse cobrar um valor alto?

Ha! Quem nunca?

Até eu, que passei a vida profissional inteira no meio de educação à distância com a modalidade on-line pensei isso! Por quê?

Porque embora eu soubesse que o conceito era errado, era o que os gurus estavam vendendo. E, no começo, por ser novata no meio do empreendedorismo, pensei que talvez houvesse alguma diferença do que eu fazia no meio acadêmico.

Razões poderosas para cobrar caro pelos seus cursos

Você já olhou para outros coaches ou empreendedores de sucesso e pensou consigo mesmo: "Eu adoraria para cobrar preços mais altos como eles, mas eu estou com tanto medo dele! Já não tenho clientes cobrando barato como cobro, se aumentar meus preços imagine como vai seria!"?

Há também o pensamento comum, "O que as pessoas vão pensar de mim se eu cobrar preços elevados?" e "Os preços elevados significa que eu não estou ajudando um monte de gente. Não, não posso fazer isso. Não sou elitista!"

Todos esses pensamentos são bastante normais, especialmente para quem empreende nos mundos de coaching, consultoria e mentoria. No entanto, o fato desses pensamentos afligirem tantas pessoas—em particular, aqueles que não estão indo bem em seus negócios—não significa que você não deva questioná-los.

A conexão que determina seu sucesso ou fracasso ao criar um curso

Existe UM fator que muitas pessoas ignoram ou subestimam quando decidem se emprenhar no seu processo de criação de um curso, e que faz toda a diferença no seu sucesso OU fracasso nesta jornada. Este mesmo fator também está ligado ao seu sucesso pessoal e profissional.

Sabe o que é?

Bem, neste vídeo e post de hoje, vou revelar este fator para você. Desta forma, poderá usar este conhecimento a seu favor para fazer com que o sucesso seja aquilo que colhe como resultado dos seus esforços.