3 coisas que aprendi com a derrota

3 coisas que aprendi com a derrota

Você já passou por uma situação na qual a maré parecia estar indo à seu favor e de, repente, tudo escorregou pelos seus dedos de uma maneira que te pegou totalmente de surpresa?

 

Junte-se ao clube!

 

Eu já tinha passado por isso antes, mesmo porque com mais de três décadas de vida seria algo muito incrível (e, verdade seja dita, triste) nunca ter tido esse tipo de experiência.

 

Contudo, a derrota que acabei de provar semana passada foi dessas estilo divisor de águas. Marcante.

 

Os detalhes da situação não são importantes, mas basta dizer que apesar de eu ter ficado extremamente chateada, irritada, frustrada, e mesmo com raiva de tudo e de todos diante daquela situação, tive que parar e analisar a situação mais objetivamente ao perceber que nenhum daqueles sentimentos negativos me beneficiariam.

 

Veja que não estou dizendo que não deveria sentir aqueles sentimentos. Afinal, sou humana.

 

Estou simplesmente dizendo que, após senti-los, eu tinha que fazer uma escolha consciente: ou 1) continuava remoendo e me prendendo à cada um deles, me perguntando e dizendo continuamente “por que eu? por que comigo? eu não mereço isso!”, ou 2) refletia na lição que aquela situação me trouxe e liberava cada um daqueles sentimentos para poder seguir em frente.

 

Pelo título desse blog post, você já deve saber qual foi minha escolha. Então, vamos lá! Aqui estão as 3 coisas mais importantes que aprendi com essa derrota:

 

 

1. Quando mudamos nossa perspectiva, nosso mundo muda

Quantas vezes na vida algo que consideramos ruim, ou até mesmo trágico, acontece, e deixamos que aquilo nos derrube?

 

É verdade que não podemos controlar todas as situações em nossas vidas, porém temos total controle no que diz respeito às nossas REAÇÕES. Quando eu reajo com raiva e frustração, o mundo não é um lugar muito legal de se viver; pelo contrário, às vezes pode até ser um pouco desesperador.

 

Mas quando escolho uma reação positiva, de repente as possibilidades são infinitas. Eu já tinha ouvido dizer antes que se quero mudar minha vida, preciso primeiro mudar minha perspectiva. Nunca isso foi tão claro como agora.

 

Tudo à que dedicamos foco e atenção se expande. Quando focamos no positivo, tudo se transforma e o mundo parece conspirar a nosso favor mesmo em situações nada ideais.

 

 

2. Às vezes vencemos; às vezes perdemos aprendemos

Como seres humanos, a perseverança e garra necessárias para vencer à vista da derrota iminente nos inspira.

 

Porque o sabor todo não está no destino final, e sim na jornada que se leva até lá. E é isso que faz possível ganharmos, mesmo quando perdemos.

 

E mesmo assim, quando não vencemos (ou não vencemos na velocidade que queríamos), frequentemente deixamos que aquilo nos empaque. Não ver nossas “perdas” como derrotas, mas sim como aprendizados, é essencial.

 

A partir do momento que decidimos olhar tudo como uma lição para nosso benefício e crescimento, nossa perspectiva se expande positivamente e nossa existência ganha mais sentido.


As pepitas de ouro muitas vezes estão escondidas na lama. Mas achar essas riquezas é uma escolha inteiramente minha (e sua).

3. Às vezes temos que escolher entre estarmos certos e entre termos paz

 

Existem certas causas que valem à pena e lutar por elas é necessário. Porém, não é sempre assim.

 

Mesmo quando nossa causa é justa, como era nesse meu caso, precisamos reconhecer quando algo não vale mais à pena. Porque a realidade é que buscar soluções ou justiça suga uma quantidade de energia incrível que, às vezes, poderíamos estar canalizando para coisas mais críticas e produtivas.

 

Exatamente por essa razão, aprender a deixar nosso ego de lado, levantar a bandeira branca, e reconhecer que ter paz interna é mais importante do que estar certo requer maturidade. O que, à princípio, pode ser um pouco doloroso, mas ao longo prazo paga muitos dividendos.

 

 

Aí estão meus aprendizados dessa semana. E você, já parou para analisar suas próprias “derrotas” ou lições que elas te trouxeram? Deixe seu comentário aqui embaixo e compartilhe sua experiência!

 

Xoxo,

Priscila



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