Como escolher entre o desespero e a possibilidade?

Como escolher entre o desespero e a possibilidade?

Quantas vezes você já se sentiu frustrada, talvez desesperada até, por não conseguir alcançar as expectativas que outras pessoas tinham de você ou talvez suas próprias expectativas consigo mesma?


Então quero compartilhar um segredo que vai fazer toda diferença em sua vida quando essa frustração acontecer: se dê uma nota 10.


Isso mesmo. Só que o contexto dessa nota 10 é um pouco diferente das notas que você recebia lá na escola, por exemplo. Vou te explicar:


Nós vivemos em um mundo de medidas: peso, altura, conta bancária, notas escolares, status.


Tudo no mundo tem uma medida que já foi estabelecida há tempos - por e para pessoas que vivem em um contexto muito diferente do nosso, com prioridades e visões de mundo igualmente diferentes.


Quando somos bebês, essas medidas não representam nada para nós ainda, é um mundo que vamos aos poucos descobrindo.


Mas conforme crescemos, vamos assimilando lições, o que as pessoas ao nosso redor nos falam e vamos aprendendo essas medidas.
 

Só que essas medidas, quase sempre, são limitantes. Pense bem, quantas vezes você já ouviu:

“Ah, isso não é possível.

Ah, você tem que fazer assim.

Não, não, não, você tem que fazer assado.

X, y e z são aceitáveis e desejáveis, se for diferente nem faz porque não vale a pena.


Todos já ouvimos isso em algum ponto da vida, concorda? Por isso, a proposta que tenho para você hoje é: se dê uma nota 10, porém, não no sentido de medir sua performance, e sim, no intuito de refinar sua consciência e criar possibilidades.

 

Possibilidades de ensinar, aprender, melhorar relacionamentos. Foque no seu esforço e na jornada. Não só no destino e nos resultados.

 

Se você conseguir os resultados desejados, ótimo, comemore, pois você fez por merecer. Agora se não conseguiu, quero que se lembre dessa expressão: que fascinante!

 

Repita aí em voz alta: que fascinante!
 

É isso aí. A vida também foi feita para a gente aprender. Então a próxima vez que você não alcançar a sua meta ou o que você queria, pense nisso:

“Que fascinante! E agora, o que posso aprender com isso?”
 

A prática de se dar um 10 inventa e reconhece o desejo universal que todos nós temos de agradar, de contribuir.

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Temos duas opções sempre. Nos conformar com algo que não gostamos, sentir apatia ou então, podemos honrar nosso desejo de fazer a diferença.

 

Quando nós nos damos uma nota 10, permitimos que a nossa visão se abra para perspectivas diferentes das que estamos acostumados.

 

E atenção: se dar um 10 não significa que você pode ficar se achando a bolacha mais gostosa do pacote ou então usar isso apenas para aumentar a sua auto estima.

 

Não tem nada a ver com isso ou com o que você deixa ou não de conquistar.

 

O hábito de se dar um 10 retira, aos poucos, o peso da medida sucesso x fracasso e te coloca dentro do universo da possibilidade.

 

Esse universo te permite enxergar quem você é  e mais importante, te permite ser quem você é, sem resistir e sem negar qualquer parte do seu ser.

 

Então dá próxima vez que você estiver sofrendo ou com ansiedade por causa de uma situação que te coloca cara a cara com a possibilidade de ser medido em fracasso x sucesso, lembre-se disso, se dê um 10.

 

Pode começar agora mesmo. Qual é a parte da sua vida nesse momento em que você se beneficiaria ao se dar um 10?

 

Se dê esse 10 várias vezes, sempre que tiver a oportunidade ao longo do seu dia. E evite ficar se julgando, seja por medidas suas, e principalmente, por medidas de outras pessoas.

 

Foque cada vez mais nos resultados, sem rotular sucesso e fracasso, pois espaço para melhorias em ambos sempre há. A grande questão é, o que você está de fato fazendo com relação a isso?

 

Pois julgamentos e qualquer nota abaixo de 10 que você esteja se dando, não faz a situação evoluir, pelo contrário, só te faz perder tempo e energia, com o foco errado da situação.

 

Essa atitude é que te coloca no caminho da possibilidade, e não do desespero. Reflita com carinho sobre isso ;)


 

Abraços,

Priscila Hinkle



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