O que Michael Phelps pode te ensinar sobre seus negócios

O que Michael Phelps pode te ensinar sobre seus negócios

Foram 16 dias de muitas emoções e como o centro do mundo. A não ser que tenha ficado completamente desligado(a) durante essas duas semanas, você sabe exatamente do que estou falando.

 

Sim, caso houvesse alguma dúvida, estou falando das Olimpíadas #Rio2016.

 

Não sei você, mas eu A-M-O as olimpíadas, tanto as de verão quanto as de inverno — especialmente as de verão. E apesar de todos os problemas e de todas as controvérsias, estava na expectativa para a festa começar no Rio.

 

Sendo bem transparente, decidi parar de assistir TV há mais de 1 ano. De vez em quando, assisto algum filme por diversão. Mas Olimpíadas acontecem só a cada quatro anos, então uma exceção **teve** que ser feita e passei as últimas duas semanas prestando atenção no que estava sendo mostrado na TV — em particular dos esportes que mais me interessavam, como ginástica, natação, vôlei de praia, vôlei de quadra, e futebol. 

 

A natação em especial me interessava, porque além do mito Michael Phelps estar competindo e ter chance de medalhas nos eventos dos quais estava participando, ele ainda reside e treina aqui no Arizona. Torcer para ele era praticamente mandatório.  :)

 

Como de se esperar, Phelps não decepcionou. Se consagrou mito olímpico, mais do que já era antes de pisar os pés no Rio. Mas sabe o que foi mais interessante de tudo, e que tem a ver com a SUA (e com a minha) jornada empreendedora?

 

É que na última prova da qual participaria, Michael Phelps tinha um concorrente feroz, que por acaso já tinha deixado sua marca tomando o primeiro lugar durante a prova de qualificação para a final. Esse concorrente? O Sul-Africano Chad le Clos. 

 

le Clos já tinha frustrado Phelps em Londres. E agora, no Rio, tinha aumentado a frustração do Americano ao se classificar para a final em primeiro lugar. De quebra, ainda provocou Phelps durante o aquecimento e antes da largada da prova, com movimentos de boxing e encarando-o descaradamente.

 

Esses foram os primeiros sinais da fraqueza de le Clos.

 

Sim, primeiros. Porque foi dali pra baixo. E no vídeo de hoje, eu explico melhor como isso aconteceu e como você deve agir para não cometer o mesmo erro que le Clos nos seus negócios.

Agora que você já assistiu o vídeo, entende como na hora que mais importava, que era a hora da medalha, a fraqueza de le Clos se confirmou, e ele não só perdeu o ouro para Phelps como perdeu também a prata e o bronze. Voltou para casa de mãos vazias.

 

Ficar nos comparando e nos preocupando com o que a competição está fazendo ou deixando de fazer é um grande erro porque tira nosso foco. Ao invés de focarmos no nosso próprio jogo e no que estamos fazendo para chegar à nossas metas, gastamos tempo e energia (e com isso vamos ficando para trás) vendo nossa competição se destacar cada vez mais.

 

Se você já se deixou ser vítima da síndrome da comparação, hoje é o dia que deve se olhar no espelho e dizer:

 

CHEGA! Acabou! Não mais!

 

Você já tem tudo o que precisa dentro de si mesmo(a)! Todas as suas respostas estão aí dentro, não aqui fora. Você tem um valor único como pessoa e ser humano e é hora de parar de buscar validação exterior. Porque acredite, ela não é duradoura nem tampouco satisfaz.

 

Então, me diga: você já lidou com esse monstro da comparação? Ou está lidando com isso agora? Como fez, ou o que está fazendo, para superar isso? Deixe aqui nos comentários UMA ação ou prática que decidiu incorporar a partir de hoje para deixar a comparação de lado e focar no SEU jogo.



E não deixe de compartilhar esse post e vídeo com outras pessoas que estão tendo dificuldades com essa síndrome da comparação e que podem se beneficiar desta mensagem de hoje.

 

Vai lá e brilha, e até a semana que vem!

 

Abraços,

Priscila



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