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Influenciando pessoas no mercado digital

Você já leu o livro Como fazer amigos e influenciar pessoas do Dale Carnegie?

 

Se ainda não, recomendo que o coloque como próximo da sua lista urgentemente!

 

Além de ser um conteúdo imprescindível para qualquer empreendedor ou pessoa pública, os ensinamentos de Dale fazem toda a diferença também dentro do nosso mundo e mercado digital.

 

Não quero transformar esse texto em uma resenha e muito menos em um resumo de todas as coisas importantes que você pode encontrar nesse livro.

 

Mas sem dúvida, a maneira como ele aborda a arte de influenciar pessoas vai de encontro com uma pauta pertinente para quem produz cursos online: conhecer o outro e colocá-lo em evidência.

Crise econômica: desculpa ou solução?

Crises econômicas, em qualquer país, sempre serão usadas como justificativa para consumidores que não compram e produtos que não vendem.

 

Mas como prestadores de serviços e pessoas públicas na internet, temos por obrigação transmitir confiança para que as pessoas comprem, e mais, que se sintam seguras ao fazê-lo.

 

Não existe fórmula mágica para vender, mas existe todo um processo que tem suas particularidades em cada nicho.

 

Infelizmente, é muito comum pessoas que não se posicionam bem e acabam não executando suas vendas de forma assertiva.

3 dicas para ser consistente e ter mais sucesso

Consistência é uma palavra bonita para expressar o processo das nossas atitudes que se transformam em hábitos.

 

É extremamente importante ser consistente para obter sucesso em algo, mas também é verdade que temos consistência em diversas coisas que, a longo prazo, trazem sérios danos ou consequências.

 

Há algumas semanas, conversei com minha lista de transmissão no Whatsapp sobre o poder da Consistência – uma palavra não tão “sexy” de praticar – mas extremamente fundamental para o sucesso.

Empreendedorismo Digital: você veio para FICAR?

Constantemente escuto que o mercado do empreendedorismo digital no Brasil está saturado.

 

E isso não é verdade!

 

Tem muita gente explorando esse novo mundo? Sim!

 

Tem muita gente explorando esse novo mundo, empenhado para entregar o máximo de qualidade, resultado e transformação para seu cliente – e disposto a pagar o preço que isso exige?

 

Bom, você provavelmente já sabe qual é a minha resposta... (se não sabe, a resposta é NÃO).

 

Mas então porque temos essa constante impressão de que todo mundo está entrando para o empreendedorismo digital?

Você tem baixas expectativas com seu negócio?

"O Brasil está em crise." "As pessoas não compram." "Não dá pra competir com fulano; ele tem mais talento, expertise, experiência." "Não tenho dinheiro para investir adequadamente." "Não tenho ajuda de ninguém." "Tem gente precisando mais do que eu..."

Reconhece alguma das frases acima? 

É bem provável que você já tenha utilizado ou ouvido algumas delas (e similares) como argumento para o que não dá certo, e até mesmo para nem se colocar em ação. Parece mais fácil dessa maneira. 

Mas não é. Especialmente em longo prazo.

Haters: como lidar com eles?

“Haters gonna hate” – já dizia a banda 3LW lá em 2001.

 

(Nota: caso você esteja se perguntando quem no mundo 3LW são ou foram, só posso responder dizendo: coisas que caem na Internet ficam para sempre – é incrível o que podemos encontrar nela rsrs).

 

Se você está construindo seu negócio digital, com certeza já observou a existência de pessoas bem particulares nesse universo.

 

Seres que ao invés de buscarem transformar o mundo a sua volta em um lugar melhor, dedicam seu tempo a perturbar e incomodar todos os outros mortais que estão ocupados demais com suas próprias vidas.

 

Exatamente. Estou falando dos famosos (mas não queridos) haters! Se você ainda não lidou com eles, saiba que eventualmente eles vão aparecer, tão certo quanto o sol vem pela manhã. Haters são reais e fazem parte.

Revelação: As estratégias que aumentaram minha audiência

Eu poderia dizer que houve apenas um modo, ou um passo que me levou a audiência que tenho hoje, mas seria demagogia. E é por isso que decidi revelar toda minha estratégia por trás desse resultado alcançado.

Atualmente eu conto com mais de 1.500 inscritos no Youtube, as visualizações são em média 200 por vídeo, e os mais polêmicos ultrapassam 400 visualizações. No facebook  as curtidas na minha página passam de 6.700, e minhas lives já bateram 1,8 mil visualizações. Tenho outros canais como Twitter e Instagram com números bem semelhantes.

Mas a pergunta que fica é:

É aceitavel usar manipulação nas vendas?

Começar um negócio próprio implica em, eventualmente, conhecer e se tornar apto a desempenhar uma porção de funções que você, talvez, nunca tenha se imaginado desempenhando.

E arrisco a dizer que, quando se trata de um negócio digital, a intensidade e a quantidade dessas funções que aparecem para desenvolvermos, se tornam ainda maiores.

Escritor, diretor, editor, programador, social media, contador, administrador, economista, consultor, vendedor, professor e diversos outros papéis, além é claro, do especialista naquilo que você realmente é, são apenas alguns dos papéis que aprendemos a gerir, especialmente, quando estamos começando.

Quais perguntas nada confortáveis você deve se fazer

Com certeza você alguma vez já se pegou dizendo "se olha no espelho", "olha pro seu próprio umbigo", ou alguma variável dessas máximas que remetes a auto-reflexão.

Está tudo muito bem trazer esse tipo de lembrete à tona quanto o problema parece estar com O OUTRO, mas e quando o problema é unicamente nosso? Será que temos sempre a coragem de enfrentar a realidade de cara e fazer o que é necessário para mudar o jogo?

Essa pergunta só cabe a cada um responder. Mas, da minha parte, sei que a resposta não é sempre "sim." Como qualquer ser humano falho, também tenho meus momentos de fraqueza e de achar que é mais fácil "empurrar com a barriga", "tapar o sol com a peneira", e não fazer o esforço para mudar.

Não aceite NÃO como resposta!

O artigo de hoje não se trata de uma fórmula mágica ou de encorajamento para que você torture e persiga as pessoas até que elas lhe deem o que você quer ou precisa. Não!

Vou falar com você sobre a importância de não dizer NÃO a si próprio, perante as dificuldades e desafios de empreender seu próprio negócio – especialmente no mundo digital.

Graças a empreendedores “sensacionalistas” que vendem info-produtos baseados na chamada de que é possível fazer milhões saindo do zero, da noite para o dia, e que sua vida profissional e financeira pode se transformar em um piscar de olhos ao ‘simplesmente’ criar um negócio digital – surgiu uma maré de pessoas que começam a empreender e acabam desistindo, pois se deparam com diversos fatores não tão agradáveis, e que não são tão claramente divulgados nos belos contos do empreendedorismo digital.

Você está falando "humanês" com sua audiência?

Você está falando a língua da sua audiência? Seus potenciais clientes já sabem exatamente como você ou seu produto pode ser útil, e até mesmo indispensável na vida deles? Você realmente conhece as pessoas que te seguem?

Essas são perguntas que devemos fazer para identificar se já estamos fluentes—ou ao menos trabalhando para isso—no principal idioma do empreendedorismo: o Humanês.

Ao contrário do Português, que é uma das várias línguas românicas originadas do Latim, o Humanês é uma língua de origem 100%... adivinhe, adivinhe... 

Como se diferenciar de competidores que estão à sua frente

“Você não é todo mundo!”

Já ouviu sua mãe dizendo isso (incontáveis vezes)? Pois saiba que ela estava certinha!

E ‘não ser todo mundo’ é justamente um dos ingredientes que te destaca entre seus concorrentes, independente do seu nicho de atuação.

A resposta para a pergunta do título – como se diferenciar dos competidores que estão a sua frente – é justamente essa: Seja autêntico. Se beneficie da maravilha que é ser você mesmo!

O que Michael Phelps pode te ensinar sobre seus negócios

Como de se esperar, Phelps não decepcionou. Se consagrou mito olímpico, mais do que já era antes de pisar os pés no Rio. Mas sabe o que foi mais interessante de tudo, e que tem a ver com a SUA (e com a minha) jornada empreendedora?

É que na última prova da qual participaria, Michael Phelps tinha um concorrente feroz, que por acaso já tinha deixado sua marca tomando o primeiro lugar durante a prova de qualificação para a final. Esse concorrente? O Sul-Africano Chad le Clos. 

le Clos já tinha frustrado Phelps em Londres. E agora, no Rio, tinha aumentado a frustração do Americano ao se classificar para a final em primeiro lugar. De quebra, ainda provocou Phelps durante o aquecimento e antes da largada da prova, com movimentos de boxing e encarando-o descaradamente.

Esses foram os primeiros sinais da fraqueza de le Clos.

Sim, primeiros. Porque foi dali pra baixo. E no vídeo de hoje, eu explico melhor como isso aconteceu e como você deve agir para não cometer o mesmo erro que le Clos nos seus negócios.

O que é mindset, e como mudar ou fortalecê-lo?

Ah, mindset!

Certeza absoluta que você já escutou essa palavra sendo usada pra lá e pra cá. 

Talvez você seja um daqueles que ironiza, pensando, "Essa galera que só fala de mindset e evangelho da prosperidade é doida." Talvez você seja adepto e acredite, pensando, "Mindset é mesmo tudo." E talvez ainda você seja uma daquelas pessoas que não tem ideia alguma do que essa palavra realmente signifique e porque ela é tão importante para o seu sucesso.

Competição ou ambição: Qual melhor opção para seu negócio?

Já imaginou que a forma como você usa a competição ou a ambição, gera impactos positivos ou negativos em seu negócio, e até mesmo em sua vida pessoal?

Talvez você esteja se perguntando: "Mas Priscila, não se trata da mesma coisa?"

E eu te digo que não! Existem diferenças entre ambas, e justamente por elas não serem mutuamente exclusivas, posso afirmar que, para o empreendedor, ter ambição pode ser muito melhor do que ser competitivo.

Entenda a diferença entre competição e ambição, e saiba como isso pode te auxiliar a ter o mindset de um empreendedor de sucesso.

Como usar seus pontos fortes a seu favor?

Um problema comum que surge quando fazem testes comportamentais, é que as pessoas acabam focando nas suas fraquezas, ao invés de focar em seus pontos fortes.

E por que isso é um problema?

Primeiro, porque focar na fraqueza faz com que as pessoas se sintam inadequadas, e acabem usando isso como justificativa para procrastinar ou ficar totalmente paralisadas.

Segundo, porque elas acabam acreditando e seguindo a "lógica" de que se focarem em melhorar seus pontos fracos, ficarão mais equilibrados e serão melhores de forma global.

De que lado você está? “Jeitinho brasileiro” x Integridade

As pessoas vivem reclamando da situação do Brasil e da corrupção que se vê em todos os lugares. Adoram apontar para os políticos.

Mas você já parou para pensar no nosso famoso “jeitinho” brasileiro?

Pois é. Eu acredito que tudo o que vemos nos mais altos níveis da sociedade nada mais é do que uma reflexão do que vem de lá de trás… do berço.

Na minha humilde opinião, o caráter de uma nação é medido não no agregado, mas sim nos indivíduos que formam o todo.

“Ihhhhh, Priscila, mas hoje você resolveu me dar lição de moral?”

Busque o progresso, não a perfeição

Você é (ou já foi) um perfeccionista de plantão?

Eu me identifico demais com esse rótulo, porque sou o que gosto de me chamar de “perfeccionista em recuperação.” E posso te dizer… nada me emperrou mais na vida do que buscar o perfeccionismo.

Infelizmente, passei grande parte da minha vida achando que ser perfeccionista era algo a ser admirado, mas a verdade é que foi essa qualidade que mais me segurou e me deixou para trás em inúmeras ocasiões, quando o meu intuito era o oposto: de me impulsionar.